Tempo livre...
Tempo de pensar
Tempo de fazer uma retrospectiva na minha vida
Como estão os meus sonhos...
Fim de semestre... Hora de fazer um balanço do que tem sido estudar para mim. Falo em fazer um balanço do Estudar por ser uma novidade da minha rotina de anos.
Pensando sobre a avaliação de quarta-feira, alguma coisa gostaria de deixar aqui registrada.

NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI
Por Cleide Canton
Ontem tivemos uma aula ou poderia dizer um encontro opcional no pólo com a professora Estela da Interdisciplina Escolarização, Espaço e Tempo na perspectiva histórica. Fizeram parte também a Professora Bea (SI) e o professor Nilton ( Pólo Três Cachoeiras). Este encontro aconteceu em conseqüência das várias ”manifestações” ocorridas desde o final de semana através do “ Pead Alvorada”, nossa “lista de reclamação”... Opa... desculpem nossa “lista de discussão” do curso. A tensão de início foi substituída por um clima de descontração e trocas onde tudo se resolveu de forma satisfatória, imagino que para todos. Contamos com a presteza e boa vontade dos professores da cadeira de história em esclarecer questões que não estavam claras para nós alunos e obtivemos mais detalhes sobre a avaliação. Como sempre este curso tem sido bastante democrático e sempre tem o “final feliz”. Noto, porém que infelizmente as pessoas não reconhecem certas oportunidades que lhe são oferecidas. Imaginei que todas as colegas que fizeram parte da lista de “DISCUSSÃO” estariam presentes e isto não aconteceu. Imagino que deve ter sido por causa do frio e o fato de estarmos em recesso escolar. Enfim, posso dizer que foi um encontro bastante descontraído, produtivo e esclarecedor. Vanessa estava com “dodói” mas tivemos a presença de Rosaura, Grace, Adriana, Maura e Simone. Acho que sempre é importante registrar o desprendimento e boa vontade dos docentes e tutores do curso em tentar tranqüilizar e definir problemas trazidos pelos alunos.
Quero agradecer a oportunidade de crescimento que me foi proporcionada através do trabalho
A tragédia do avião da TAM permite uma reflexão sobre as condições de trabalho que são oferecidas aos trabalhadores brasileiros. Lendo um artigo do Médico Aloyzio Achutti escrito nas páginas dos Editoriais da Zero Hora do dia 20 de julho, voltou-me a memória o comentário de meu filho um dia depois do acidente quando os meios de comunicação preocupam-se em tentar achar culpados para o acidente. Lembro-me que ele disse: “Mãe, vão culpar o que morreu porque ele não pode falar”. Continuava ele: “Até pode ser que ele tenha cometido um pequeníssimo erro, mas tudo era no limite. As coisas são permitidas até o limite independente do que as pessoas que estejam operando digam. A pista estava em condições de limite, a água estava na medida do limite, o nº de passageiros era no limite, o peso era no limite, o avião estava dentro dos padrões do fabricante também no limite e as pessoas não podem errar, não tem como determinar que uma pessoa esteja no limite ou não permitem qualquer alternativa para que a pessoa possa passar daquilo que estabeleceram que é o seu limite”. Torna-se amargo o gosto ao ter-se que digerir isto. Tudo pode estar no limite e o ser humano deve seguir as regras dos limites e não tem qualquer outra opção porque até as opções que lhe são permitidas não lhes proporcionam como seria o caso do arremesso.
Ontem pela tarde fui até o Pólo para gravar o filme sobre a "Escola da Ponte", e no caminho pude observar melhor o trajeto que costumo fazer quando já é noite por causa do horário que são as aulas presenciais. Não notei muita diferença do ano que passou para este.
Professora Estela e as tutoras Tanise, Simone e Grace.
Apresentação do grupo
Um dos maiores benefícios que estou recebendo neste curso é sem dúvida a alegria de poder compartilhar a companhia de amigas muito queridas que mesmo não estando sempre ao meu lado estão sempre no meu pensamento e de certo modo as acompanho virtualmente.Mesmo sendo há pouco tempo tenho um carinho especial por elas, pois aprendi a respeitá-las cada uma na sua individualidade e com os seus méritos e principalmente com a sua beleza interior. Estou sempre torcendo por elas e estarei sempre pronta para fazer o que for necessário para ajudá-las, se estiver ao meu alcance.Esta postagem é para que vocês saibam o quanto é importante as visitas que vocês fazem e a companhia na volta das aulas também.Um grande beijo para Kátia, Luciana, Bia, Luciene e Rosária.
"Disponibilizar-se ao próximo é um bem maior que faz jus à palavra humanidade! Nós, educadores, famílias e demais construtores da coletividade participativa devemos nos doar no presente, estabelecendo desta forma a compreensão da Educação como a maior herança que os pais deixam para os seus filhos, que os educadores e sistemas governamentais deixam para suas sociedades, para que nossa descendência também se doe no futuro. Essa prática deve ser a diferença entre a própria existência e sobrevivência humana. Não seria esta a missão verdadeira do educador? Não seria, a Educação, a arte das artes?" Assim termina um artigo de Roberto Nogueira de Sousa Lopes e Marta Soraia Santana Siva em uma revista educativa da Editora Criarp Ltda. Ilustrada com fotos de um professor com um sorriso de otimismo o artigo nos passa uma mensagem de esperança e de uma maneira de trabalhar que quase todos os professores que lerem dirão: " É utopia". Porém ao terminar a leitura algumas dúvidas que me afligem se tornaram menos pesadas. A idéia de saber que existem mais pessoas que sonham com um outro tipo de educação, uma outra maneira de trabalhar com as crianças, enfim o verdadeiro sentido da palavra "educador" já me faz mais otimista. Não posso deixar de colocar outra frase que achei muito interessante:"A Educação é o salva-vidas da sociedade, não é o caderno, o lápis ou a sala de aula, mas a conciliação ou reconciliação do indivíduo com a sua própria vontade".

Dia 13 de junho participei de uma reunião no DC Navegantes onde está sendo realizado o projeto ESSA POA E BOA. Este projeto se constitui de uma revitalização do 4º distrito da cidade de Porto Alegre onde estão envolvidos artistas, intelectuais, empresários e principalmente a comunidade através das escolas e entidades que prestam serviços às mesmas. Vale a pena conhecer e participar para sabermos de que forma fazemos parte da história desta cidade, como somos protagonistas desta história, como foi nosso passado, como está sendo nosso presente e como poderemos fazer o nosso futuro bastando o nosso empenho para isto.